Conheçam um pouco mais sobre o casal da fotografia retocada a tinta no quadro que estava na casa do tio Mirito.
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| Palmina Maria Pasqualini e Eugenio Pol |
Esses são Palmina Maria Pasqualini e Eugenio Pol, pais do nosso bisavô Santino Pol. Sim, POL é o sobrenome que a gente tanto procurava, e não Poli, Polli ou Ravagnini.
Eugenio Pol nasceu em 01/05/1871 em Breda di Piave, Treviso, Itália, e foi morar na cidade vizinha Ponte di Piave pouco depois de nascer. Ele veio para o Brasil no Vapor Bearn com seus pais e irmãos, aportando em Santos em 09/09/1887 aos 16 anos. De lá, foram para as fazendas de Itatiba, São Paulo (clique aqui).
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| Breda di Piave, Treviso, Itália |
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| Vapor Bearn, que trouxe a família Pasqualini |
Ele casou-se com Lucia Bressan em 09/02/1897 e tiveram 03 filhos (clique aqui). Porém, ela faleceu no parto do quarto filho em 20/11/1906 (clique aqui).
Eugenio faleceu em Jundiaí, São Paulo, em 01/11/1934, sozinho e enterrado como indigente.
A Palmina Maria Pasqualini nasceu em 10/03/1876 na cidade de Fiesso Umbertino, Rovigo, Itália e chegou no Brasil com sua família a bordo do vapor da G.B. Lavarello em 25/07/1891 no porto de Santos aos 15 anos (clique aqui).
A família Pasqualini, originária de Trecenta, também foram morar e trabalhar em Itatiba. Ela logo teve um filho com Giovanni Cremonesi, que se chamou Luigi Cremonesi. Em seguida, ela se casou com Antonio Cavallaro, que faleceu em 1903 sem deixar filhos.
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| Fiesso Umbertiano, Rovigo, Itália |
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| Anúncio dos vapores da G. B. Lavarello |
Novinha e viúva, ela manteve relações com Paolo Lusiani e engravidou de gêmeos: assim nasceram em 1908 Santina Pasqualini e Santo Pasqualini, que faleceu aos 03 anos. Ao que parece, este fato foi o fim da relação, sendo que se separaram. Em seguida, ela se uniu a Eugenio Pol, que já conhecia: suas sobrinhas e filhas foram madrinhas de seus filhos. Ela não se casou, porque o divórcio ainda não existia à época.
Dessa união, nasceu em 01/11/1910 um filho natural de nome Santino. Ao registrar a criança, Eugenio compareceu no cartório e lhe deu o nome de Santino Ravagnini.
O local onde Palmina faleceu ainda não é conhecido, provavelmente em Campinas.





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